Pôster do filme “Criação” (Creation) - baseado no livro “Annie’s Box”, escrito por Randal Reynes, tataraneto de Charles Darwin, o criador da teoria da evolução.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Primatas gigantes conviveram com humanos modernos

Primatas Gigantes Coexistiram com os Humanos Modernos Segundo um novo estudo de Jack Rink, um geocronologista da Universidade McMaster, em Ontário (Canadá), um macaco gigante coexistiu com os seres humanos por cerca de um milhão de anos, até 100 mil anos atrás. Os cientistas já sabiam da existência do Gigantopithecus blackii desde a descoberta acidental, em 1935, de um molar amarelado entre os "ossos de dragão" à venda em uma farmácia de Hong Kong (fósseis antigos são considerados medicinais na tradição chinesa), feita pelo paleontólogo holandês G.H. von Koenigswald. A partir de então, pesquisadores procuraram estabelecer quem era a criatura misteriosa, onde viveu e como viveu. Porém, nesses 80 anos de conhecimento do animal, tudo o que os cientistas reuniram sobre ele foi alguns dentes e ossos de mandíbula. Sendo assim, ficava difícil determinar como o primata gigante tinha sido extinto. Agora, usando métodos de datação de alta precisão, Rink determinou que este macaco, o maior primata que já existiu, vagou pelo sudeste da Ásia por cerca de um milhão de anos, antes da espécie ser extinta 100.000 anos atrás, durante o período Pleistoceno. A essa altura, os humanos já existiam há um milhão de anos. "Este é um primata que coexistiu com os seres humanos em um momento em que eles foram submetidos a uma grande mudança evolutiva. A província Guangxhi, no sul da China, onde alguns dos fósseis Gigantopithecus foram encontrados, é a mesma região onde alguns acreditam que a raça humana moderna se originou", disse Rink. Pelo tamanho do molar do macaco (a coroa tinha cerca de 2,54 centímetros de diâmetro), os cientistas supõe que o primata gigantesco tinha cerca de 3 metros de altura e pesava até 544 quilos. Felizmente para os humanos da época, estudos mostram que ele era herbívoro, e sua dieta consistia principalmente de bambu. Porém, outras características – por exemplo, ele era bípede ou usava seus braços para ajudá-lo a ficar em pé, como chimpanzés e orangotangos modernos? – ainda não puderam ser determinadas. Para saber mais sobre esses nossos incríveis parentes, os cientistas precisam encontrar mais ossos ou fósseis. Quanto à sua extinção, o palpite dos pesquisadores é de que os seres humanos podem ter ajudado a destruir o macaco. Alguns sugerem que seu apetite focado em bambu, combinado com a crescente concorrência dos seres humanos (mais ágeis e aptos) eventualmente levou à morte da espécie. Mas sua característica mais marcante – seu tamanho – já gerou algumas teorias mais extravagantes, como a de que o animal ainda está vivo, e pode estar ligado às lendas de Pé Grande, Yeti, Homem das Neves, etc. Os cientistas não apostam nenhum centavo de que este macaco é a fonte dos contos de animais gigantes e peludos que vagam pelas florestas, mas as afirmações não são totalmente malucas: já houve outros casos em que criaturas foram conhecidas primeiro por restos fósseis, e, mais tarde, foram encontradas vivas, como o celacanto, um tipo de peixe que se pensava extinto há milhões de anos, até que foi descoberto nadando na costa da África em 1938. Fonte¹: www.sciencedaily.com/releases/2005/11/051112122318.htm Fonte²: http://www.livescience.com/467-gigantic-apes-coexisted-early-humans-study-finds.html Fonte³: http://hypescience.com/conheca-os-primatas-gigantes-que-coexistiram-com-os-humanos/

2 comentários:

Ateuligente disse...

Giant Ape Lived Alongside Humans
ScienceDaily (Nov. 13, 2005) — A gigantic ape, measuring about 10 feet tall and weighing up to 1,200 pounds, co-existed alongside humans, a geochronologist at McMaster University has discovered.
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Using a high-precision absolute-dating method (techniques involving electron spin resonance and uranium series), Jack Rink, associate professor of geography and earth sciences at McMaster, has determined that Gigantopithecus blackii, the largest primate that ever lived, roamed southeast Asia for nearly a million years before the species died out 100,000 years ago. This was known as the Pleistocene period, by which time humans had already existed for a million years.
"A missing piece of the puzzle has always focused on pin-pointing when Gigantopithecus existed," explains Rink. "This is a primate that co-existed with humans at a time when humans were undergoing a major evolutionary change. Guangxi province in southern China, where the Gigantopithecus fossils were found, is the same region where some believe the modern human race originated."
Research into Gigantopithecus blackii began in 1935, when the Dutch paleontologist G.H. von Koenigswald discovered a yellowish molar among the "dragon bones" for sale in a Hong Kong pharmacy. Traditional Chinese medicine maintains that dragon bones, basically fossil bones and teeth, possess curative powers when the fossils are ground into a fine powder, and ingested.
For nearly 80 years, Gigantopithecus blackii has intrigued scientists, who have pieced together a description using nothing more than a handful of teeth and a set of jawbones.
"The size of these specimens -- the crown of the molar, for instance, measures about an inch across -- helped us understand the extraordinary size of the primate," says Rink. Sample studies further revealed that Gigantopithecus was an herbivore, feasting mainly on bamboo. Some believe that the primate's voracious appetite for bamboo ultimately placed him at the losing end of the evolutionary scale against his more nimble human competition.
Rink's research was funded by Canada's Natural Sciences and Engineering Research Council.
Rink's discovery coincides with an invitation to join the renowned New York-based Explorers Club. Established in 1904, the Club's seven founding members included two polar explorers, the curator of birds and mammals at The American Museum of Natural History, an archaeologist, a war correspondent and author, a professor of physics and an ethnologist. Sir Edmund Hillary is Club's honorary chairman. Membership includes an eclectic range of field scientists and explorers from more than 60 countries. Rink joins McMaster colleagues Hendrik Poinar (associate professor, Anthropology) and Ed Reinhardt (associate professor, Geography and Earth Science) who are also members.
Rink is currently in Thailand exploring an area where it is believed Gigantopithecus also roamed. Rink returns to campus on November 19.
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McMaster University, a world-renowned, research-intensive university, fosters a culture of innovation, and a commitment to discovery and learning in teaching, research and scholarship. Based in Hamilton, the University has a student population of more than 23,000, and an alumni population of more than 115,000 in 128 countries


http://www.sciencedaily.com/releases/2005/11/051112122318.htm

bruno pepper disse...

um milhao de anos convivendo? os humanos modernos nao tem nem um terço dessa idade. e nao faz 100 000 anos q migraram p fora da africa....

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